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sexta-feira, 4 de julho de 2008

poema às manhãs

.

.MANHÃS


.

Ah manhãs distantes

da minha infância

.

como vos lembro e relembro

e choro e me entristeço

.

Aqui

apenas me apareço

espectador dos outros e de mim

.

barco de rumo incerto

ao provir ou ao fim.

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em "37 Poemas", o meu 1º livro, 1961, esg.