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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

POEMA EM NOVEMBRO


 .
Era Novembro e chovia na cidade.
              .             
Pairava um halo sobre as casas
um fastio dulcíssimo nos corpos.
 .
Soavam fogos de harmonias
que falavam de outras eras
doutros sonhos, doutras águas
  .      
palavras que traziam novelos de palavras, 
murmúrios, comércio de pequenas alegrias
que acendiam memórias doutros gestos
 .                 
e uma flauta que ardia nos teus olhos
a melancolia esdrúxula de meus dias.
 .
 Em "Causas de Habituação", a publicar