.......
Nas ladeiras procuramos a utopia
....que nivelou o chão das nossas vidas,
....o sol em promontórios procuramos
....para acalentar parábolas do amor.
....Procuramos a tranquilidade no delírio
....de interpretar enigmas perduráveis,
....mas o nosso destino alado só achamos
....na cerimónia dum beijo peregrino.
....Assim nos cercamos de águas frias
....caindo sobre a fronte desde a noite
....e morremos de mortes mal vividas
....pela vida que tivemos nos caminhos.
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quinta-feira, 16 de setembro de 2010
NAS LADEIRAS
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segunda-feira, 13 de agosto de 2007
POEMA DO FINGIDOR
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. .........Arriscar tudo na roleta
........ como o verde em violeta,
.........fingindo fingidor
.........que fingiu o mal de amor.
.........Deslumbrar-se de perder
.........quando tudo estava a ver
.........que só perde o vencedor
.........que se imagina perdedor.
.........Confessar ao confessado
.........que não fui o mal amado
.........e na noite principal
.........encomendar o funeral
.........fingindo fingidor
.........que fingiu o mal do amor.
. .........Arriscar tudo na roleta
........ como o verde em violeta,
.........fingindo fingidor
.........que fingiu o mal de amor.
.........Deslumbrar-se de perder
.........quando tudo estava a ver
.........que só perde o vencedor
.........que se imagina perdedor.
.........Confessar ao confessado
.........que não fui o mal amado
.........e na noite principal
.........encomendar o funeral
.........fingindo fingidor
.........que fingiu o mal do amor.
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